jul
18

Cupim de Solo Subterrâneo

Posted In: Cupim by admin

FUI MORAR NUMA CASINHA, NHÁ, NHÁ…,

INFESTADA, DÁ, DÁ …,

DE CUPIM, PÍM, PÍM. (Espera que a lagartixa vem depois)

Neste caso estaremos focando o cupim de solo ou cupim subterrâneo (Coptotermes havilandi).

É uma espécie oriental que chegou aqui no século passado, e tornou-se a principal espécie encontrada em áreas urbanas.

Apesar do nome, comumente esta espécie ataca andares mais altos dos edifícios onde se pode observar sua revoada nas estações primavera-verão, revoadas que ocorrem em torno de pontos luminosos. Uns voam à tardinha e outros à noite e são nossos velhos conhecidos como siriris ou aleluias (crianças no passado, antes da era virtual, costumavam colocá-los em vidro de maionese).

Sem querer expor a intimidade dos cupins, é justamente nesta hora (no vôo ou em solo) que serão formados os pares. O relacionamento é definido no solo, quando então o casal se toca com as antenas e vai a procura de um local favorável (e porque não dizer discreto) para iniciar seu ninho. A partir daí ocorre à primeira cópula e depois ficarão juntos para o resto da vida (será um final feliz se uma empresa de controle de pragas urbanas não for contratada).

Doravante este casal será chamado de Rei e Rainha e formarão uma colônia, que por além deste par real, denominado reprodutores (férteis), virão os operários e os soldados (a plebe é estéril). Os nomes são auto explicativos, ou seja, o casal Real nasceu pra ser feliz, o Operário para trabalhar por todo mundo e o Soldado só para defender a colônia.

E A LAGARTIXA???

Humanamente falando numa casa/família além de pais e filhos podemos encontrar; hóspedes, inquilinos, pensionistas, parentes e até cunhados e sogras. Da mesma forma numa colônia de cupins além dos reprodutores, operários e soldados, podemos encontrar; formigas, baratas, hemípteros, besouros, centopéias, aranhas, opiliões, pseudo-escorpiões e etc., e vertebrados como lagartos(tixas), cobras, pequenos roedores e até alguns pássaros. Neste caso tudo isso se resume na classificação de  termitariófilos (que vem da palavra térmita que é igual a cupim).

INFESTAÇÃO E MEDIDAS CURATIVAS:

A infestação por estes cupins é comum em árvores vivas e suas raízes, madeiras usadas em construções, mobiliários, papelão, livros, plásticos, tecidos, tijolos de barro, couro, instalações elétricas (conduítes), gesso e etc., lembrando que sua alimentação é basicamente de materiais celusósicos ou materiais que contenham derivado(s) de celulose.

ÁRVORES:

Deverão ser tratadas por técnicos especializados, que primeiramente identificarão à espécie do térmita (cupim) e mediante sua biologia e comportamento, indicarão o inseticida domissanitário a ser utilizado. Para tanto deverão ser respeitados critérios como normas de segurança quanto a não intoxicação de pessoas e animais, bem como a não contaminação ambiental e morte da árvore (o inseticida não poderá ser fitotóxico).

No perímetro urbano árvores e plantas ornamentais comumente mortas por cupins são; sibipiruna, guapuruvu, jacarandá-mimoso, quaresmeira, palmeiras, falsa seringueira, acácia, ipê, paineira, álamo, figueira, abacateiro, alecrim, cássia, alfeneiro, pinheiros, eucaliptos, tipuana e etc.

IMÓVEIS:

cupim de solo subterraneo

cupim de solo subterraneo

A afirmação de que “cupim é uma praga de casa velha” é completamente enganosa.  É comum constatarmos infestação em imóveis de 01 ou 02 anos, decorrentes do abandono de madeiras ou raízes sob a construção (muitas vezes utilizadas como cascalhos para nivelamento de pisos).

O tratamento de uma casa ou edifício deverá ser efetuado após a visita de um profissional que identificará pontos estratégicos  que possam servir de vias de acesso aos cupins. No tratamento profissional perfurar-se-á o piso ao redor das paredes e estruturas para que seja aplicado o produto (injeção de calda cupinicida) com o objetivo de atingir o solo, bem como tratar da mesma forma paredes de blocos ocos para que seja formada a “barreira química”.

As estruturas de madeira à critério do profissional técnico, deverão ser tratadas por aspersão, pincelamento ou injeção de calda cupinicida mesmo as não afetadas, mas consideradas estratégicas. O mesmo inseticida será utilizado em eletrodutos e conduítes, só que sendo sua aplicação na apresentação/formulação “pó seco”, mediante insuflações (polvilhamento).

Em apartamentos e casas geminadas a infestação deverá ser considerada “problema coletivo” e tratada de tal forma. Caso contrário será criado um desvio de infestação.

10 MANDAMENTOS PARA CONTRATAÇÃO DE PROFISSIONAIS DO SETOR:

1º) – Solicitar o registro da empresa prestadora de serviço de controle de pragas urbanas junto a Vigilância Sanitária (número do alvará de funcionamento) e licença para funcionamento (atualizada);

2º) – Perguntar pelo nome, formação e registro do técnico que responde pela empresa prestadora de serviços de descupinização (químico, biólogo ou veterinário);

3º) –Informar-se do nome comercial do produto químico a ser utilizado no serviço/tratamento e somente aceitar sua utilização se o mesmo for registrado junto ao ministério da saúde (este número obrigatoriamente é informado no rótulo do mesmo). Duvide de empresa descupinizadora que venham a alegar que esta informação é segredo profissional ou fórmula exclusiva;

4º) – O tratamento para infestações de cupins exige prévia visita de um profissional na área, assim sendo exija um preço fechado antes da contratação dos serviços. Orçamentos que dependem da quantidade e formulação de produtos a serem utilizados durante trabalho caracterizam a falta de qualificação da contratada;

5º) –No caso de cupins, orçamentos mediante somente informação de metragem quadrada deverão ser suspeitos. É imprescindível avaliação técnica do local bem como identificação biológica do térmita alvo;

6º) –Duvidar de empresas que cobrem preços muito altos ou muito baixos. Relacionar preço/garantia ou custo/benefício dentro de um mesmo procedimento (atendimento inicial, visita técnica e orientação sobre os serviços a serem executados em descupinização);

7º) –Não se abster de pagar impostos pela emissão de Nota Fiscal. Isto evitará que funcionários de empresas controladoras de pragas urbanas executem trabalhos “extras” desviando produtos de outros serviços, e colocando o seu serviço de descupinização e garantia em risco.

8º) – Não aceite, por não existir, um produto ou método eficaz contra todo tipo de praga (mesmo cupins). Cada tratamento/controle requer fórmula, dosagem e formas de aplicação específicas.

9º) –Nem sempre o produto com odor mais agressivo é o que possibilita melhor resultado. Portanto, não se engane, hoje fabricantes de produtos de primeira linha optam por odores mais sutis (ou menos incomodo);

10º)-Pisos ou mobílias “empoçados/encharcados” não garantem eficácia do tratamento.

jul
11

CUPIM NA MESA? SÓ SE FOR ASSADO E COM BATATAS.

Falaremos agora do cupim de madeira seca (Cryptotermes brevis).

O cupim de madeira reúne 47 espécies diferentes. O Cryptotermes brevis tem distribuição mundial e é a mais importante praga entre os ditos cupins de madeira seca (se é que se pode atribuir alguma importância a eles) e tornaram-se importantes pragas urbanas vivendo inclusive em regiões de clima frio. Hoje sendo a mais incidente no Sudeste do Brasil principalmente nos grandes centros como Rio de Janeiro e São Paulo. É depois do cupim de solo/subterrâneo a segunda maior praga entre os cupins das áreas urbanas.

vida-cupim-madeiraNormalmente atacam peças de madeira construindo cavidades que se estendem em direção das fibras, estas cavidades são chamadas câmaras. As passagens entre elas começam estreitas e são aumentadas a partir da corrosão. Estas poderão estar vazias (ocas) ou repletas de grânulos fecais que conhecemos como o famoso “pó de cupim”. Diferem de cor mediante a madeira atacada, pois é o resto do processo digestivo. Este pó de formato granuloso não deve ser confundido com o pó finíssimo (parecendo talco) expelido por espécies de besouros também xilófagos (que se alimentam de madeira) que são chamados popularmente de “brocas”.

Embora internamente consumida, a superfície da madeira aparentemente permanece intacta, mas pode ser perfurada com a simples pressão dos dedos, a infestação por cupim de madeira pode ser percebida por pequenos orifícios circulares (furinhos) por onde os cupins eliminam os grânulos fecais e por estes mesmos furinhos eles sairão na época das revoadas que ocorrem nas estações primavera-verão, em torno de pontos luminosos. Os conhecidos siriris ou aleluias.

Esta espécie de cupim ataca também outros materiais tais como papel, isopor e cortiça (rolhas de vinho em adegas).

INFESTAÇÃO:

Como tirar cupins da madeira?
A infestação pode ser observada em mobílias e peças de madeira pela volumosa quantidade dos grânulos independentemente da cor. Normalmente podem ser observadas sobre mesas, camas e outras peças se a infestação for no forro. Colônias de cupins mais antigas se estendem pelas proximidades podendo atacar livros, papéis, tecidos e outros materiais celulósico.

Nem sempre é necessário se desfazer do material atacado, principalmente porque nem sempre a retirada do material elimina a infestação ou previne a reinfestação.

MEDIDAS PREVENTIVAS E CURATIVAS:

Para acabar com os cupins da madeira da minha casa?

1)- Aconselhamos que peças/materiais atacados sejam inspecionados por um técnico especializado que então indicará o tratamento adequado e se o objeto está condenado ou não;

2)- Identificando uma peça infestada nunca a transporte para outro local seja casa de campo, casa de praia ou terreno baldio ou doação, a fim de evitar a dispersão da praga;

3)- Todo artefato ou local contendo material celulósico devem ser inspecionados regularmente. Exemplo: Estruturas ou construções de madeira, livros, mobílias (sofás, armários, estantes, mesas, cadeiras, camas e etc.), molduras em geral, pianos, saunas, forros, troncos de árvores, divisórias (podem ter papelão ondulado em seu interior) portas, rodapés, guarnições, janelas, relógios de parede, esculturas, móveis  e objetos (vime, bambu e cana da índia) e estruturas como pilastras, colunas, escadas, sótãos, mezaninos e postes (todos de madeira);

4)- Os tratamentos mais comuns são por meio de injeção, pincelamento, imersão e aspersão (pulverização) de inseticida (calda cupinicida);

5)- Quaisquer tratamento deverá ter aconselhamento técnico para que não haja dano da peça a ser tratada;

6)- Utilizar querosene em focos de cupim de madeira seca, mesmo que pequenos, vai causar uma impressão de “solução do problema”, mas na verdade ele não possui efeito residual, ou seja, se você matar uma barata com o chinelo não significa que você matou todas.

7)- Quem paga mal, paga duas vezes ou mais. Portanto consulte uma empresa qualificada e especializada em controle de pragas urbanas.

siriricomasa

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CONHECENDO MELHOR O INDESEJADO:

1)- Cupins não têm preferência por tipos de madeira, seja maciça, compensado ou aglomerado;

2)- Cupins e formigas não são a mesma coisa;

3)- Nem sempre um pozinho no móvel indica a presença de cupim;

4)- Cupins e brocas não são a mesma coisa;

5)- “Formigas brancas” ou “vermezinhos” andando pelo batente da porta pode ser cupins;

6)- Cupins não comem concreto nem derrubam construções de alvenaria;

7)- Os cupim de madeira seca normalmente são provenientes de móveis e outros objetos presentes no local ou na vizinhança;

8)- Na maioria dos casos é possível exterminar os cupins;

9) Diferenciam-se cupins subterrâneos dos cupins de madeira seca porque os primeiros deixam túneis (caminhos) nas paredes, em estruturas de madeira (batentes, roda-pés e etc.) e junto às tomadas elétricas. Já os segundos (cupins de madeira) normalmente deixam resíduos (pó granulado) junto às peças atacadas por eles;

10)- Se estiver reformando a casa e descobrir que tem foco de cupins chame uma empresa especializada antes do término da reforma.

11)- Para sua comodidade, consulte uma empresa especializada em descupinização ou descupinizadora para realizar este serviço

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jul
1

ELES VIERAM DE LONGA DATA E: PARA FICAR!

Nosso planeta passou por inúmeras transformações ao longo de 250 milhões de anos e Charles Darwin tem várias teorias para diversas mutações.

Entre elas uma, que coloca o Dinossauro no topo da árvore genealógica do rato. Digamos que foi uma mutação e tanto e não podemos de deixar de agradecer a natureza por isso.

Como seria um Dinossauro no seu quintal ou na sua cozinha?

Rato e homem se cruzaram por volta de 2,5 a 1,8 milhões de anos atrás (tempo das cavernas), mas segundo registros humanos eles se aproximaram de nós por volta de 6 ou 7 a.C. e por esses registros a primeira espécie ou ousado (como você preferir) a se aproximar foi o Rattus rattus conhecido também como rato preto ou rato de telhado.

Eles são habilidosos, de fácil adaptação, inteligentes, perspicazes, desenvoltos em meio a quaisquer obstáculos e também já dissemos ousados.

Apostamos que 50% do faturamento das Empresas Controladoras de Pragas Urbanas se deve a eles.  Esta espécie nos leva a uma luta sem fim para poder exterminá-los, pois requer que nos mantenhamos atualizados quanto as suas mudanças de: hábito, conduta e resistência a raticidas, pois eles aprendem rapidamente o que causa sua morte.

Na verdade não existe “ACABAR COM OS RATOS”, o que existe é controlar sua infestação. Tanto que as empresas como no nosso caso, especializadas nesse controle e que tem comprometimento com o Cliente e o meio ambiente, concedem no máximo 03 meses de garantia. Garantia superior a este período é duvidosa e com certeza vai gerar insatisfação.

SÓ ISSO, POR QUE?

1º) – Porque desde os poucos anos acima mencionados até hoje,  não se descobriu um veneno, raticida ou qualquer outra forma de exterminá-los para sempre;

2º) – Porque sua proliferação deve-se a oferta de: Abrigo, água, alimento de origem animal ou vegetal (frescos ou deteriorados) e até de pequenos insetos;

3º) – Porque como quase tudo lhes serve de alimento, sacos de lixo devem ser bem fechados e armazenados em local apropriado até a sua coleta. E sempre que possível manter tampados os ralos e grelhas existentes no quintal e vedar frestas e vãos para minimizar seu acesso;

4º) – Porque ao fazer a desratização e tomar todas estas medidas contra os inconvenientes e persistentes “bichinhos”, os que não morrer migrarão com certeza para algum terreno baldio ou imóvel do vizinho.

Levando-se em conta que o vizinho não tenha tomado as mesmas medidas e precauções, com certeza no final deste prazo ou um pouco mais, eles voltarão. Cabe informar que uma ratazana gera em média de 5 a 6 filhotes e a fêmea fica grávida novamente no mesmo dia que nasce a primeira ninhada. A gestação dura entre 19 e 20 dias, os filhotes desmamam com 18 dias. Os filhotes em 3 meses atingem a fase adulta e estão prontos para reproduzir.Um rato pode viver de 3 a 6 anos. O rato-preto é encontrado sempre em grupo, formado por 1 macho e 2 ou 3 fêmeas. Seu abrigo, onde também guarda seu alimento, é construído com o material que encontrar. Os ninhos são geralmente acima do solo nos sótãos, forros das casas, arbustos, sacarias ou frestas de muros.

TIRANDO O RATO PRETO, E OS DEMAIS RATOS?

O Rattus Novergicus (ratazana de esgoto) e o Mus Musculus (camundongo) têm comportamentos similares, mas são mais fáceis de combater/controlar.

Por este motivo focamos o rato preto. É o mais comum em: residências, indústrias, comércios e etc. e de difícil controle por ser digamos, “mais inteligente e intuitivo” quanto aos mecanismos usados no seu combate.

DICA:

Aconselhamos que mediante a infestação de ratos, seja consultada uma empresa com compromisso ético no controle de pragas urbanas, para que um técnico sugira a melhor forma de um controle eficaz.

Outrossim, fora o que é de responsabilidades das prefeituras, hoje é muito comum pessoas (principalmente vizinhos) se organizarem para fazer um controle doméstico em conjunto para desratização, o que tem apresentado bons resultados.

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